Pressão do CFP ao Pr. Dr. Silas Malafaia
Manifesto o meu mais veemente repúdio a atitude do Conselho Federal de Psicologia que tem engendrado maquinações que lembram a Inquisição na Idade média, palco do mais pérfido obscurantismo, tentando cassar o registro profissional do Psicólogo Dr. Silas Malafaia apenas por manifestação de ideias, contrária às dos atuais detentores do mando daquela prestigiosa entidade de classe. O que se observa é que a direção desse conselho exerce uma espécie de ditadura da minoria, pois esse não é o que a maioria da classe de psicólogos pensa pelo contrário o queres vê são profissionais insatisfeitos com essa verdadeira castração intelectual de seus integrantes. Espero ansioso que a Diretoria atual desses conselhos não se esqueça de que são passageiros nessa história e que o bem estar de toda uma categoria profissional é mais importante que vaidades de momento. Nessa Casa de Leis já houve embate entre a referida Diretoria e membros da classe com referencia aos mesmos motivos que agora leva o conselho a manifestar a intenção de punir o Dr Silas Malafaia, com concorrida audiência pública democrática e onde todos puderam se manifestar à vontade, ao contrário do modo como o referido conselho vem conduzindo o procedimento administrativo contra esse ilustre profissional. Qualquer atitude que venha a ferir o direito de livre pensamento dos psicólogos registrados no conselho ensejará providencias nesta Casa, inclusive, com pedido de intervenção para que sejam assegurados os direitos universais inalienáveis.Finalizo pedindo aos envolvidos que usem do bom senso e mostrem à Nação que vocês são exemplos a serem seguido, por se tratar de profissionais que operam na mais importante área da saúde que é a da mente, fazendo jus ao adágio “mens sana corpóre sano”.
Muito Obrigado!
( Conteúdo retirado do Site do Pastor Marcos Feliciano)
A “cartilha da morte” é a traição do Governo Ou: o Ministério da Saúde é independente? DIGA NÃO AO ABORTO!
A cartilha da morte — acabo de inventar essa designação —, material promovido pelo Ministério da Saúde através da Secretaria de Atenção a Saúde e do Departamento de Ações Programáticas Estratégicas é uma cartilha de instrução ao uso do medicamento Misoprostol, mais conhecido pela marca Cytotec, cuja comercialização é proibida no Brasil.A cartilha leva o título “Protocolo Misoprostol” e foi elaborada pelo Grupo de Estudos sobre Aborto da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). Entidade que afirma não ser uma organização não-governamental e por isso não possuí verbas próprias mas conta com o apoio do Ministério da Saúde. Ou seja, são patrocinados por verbas públicas.
Thomaz Rafael Gollop, Coordenador de Estudos sobre Aborto da SBPC, nega o patrocínio do governo e afirma que a cartilha estaria sendo elaborada pelo “grupo de estudos sobre o aborto”. Entretanto, o grupo foi convidado pelo Ministério da Saúde para preparar um programa de “redução de danos para aborto”, o que também evidencia a intenção de alcançar o público em esfera social e não somente profissionais da área como afirma a cartilha em sua apresentação.
Além disso, o Ministério da Saúde já havia anunciado em junho de 2012, quando o Secretário de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde afirmou através de entrevista que o Ministério estaria preparando uma cartilha para orientar mulheres sobre o uso de medicamentos abortivos.
Este medicamento — reitero — tem a venda proibida no Brasil. Evidenciando a intenção do Governo de legalizar o aborto. Além disso, a promoção deste material é inconstitucional, pois instrui o uso de medicamento criminoso. Sim! Criminoso! Pois sendo o mesmo proibido no país não poderia ser promovido através de material do Governo.
O Ministério da Saúde havia negado qualquer medida para favorecer a prática do aborto no Brasil. Mentiu. Não só favorece como também instrui o uso de medicamento abortivo. Produzindo material de linguagem clara, acessível para qualquer leigo e com poucas ou ainda nenhuma linguagem técnica. Uma apologia ao crime de aborto.
Recebo da Comissão Latino-Americana dos Movimentos em Defesa da Vida a “cartilha da morte”, promovida pelo dito Ministério e caracteristicamente um instrutivo material de promoção do aborto.
Além disso, a informação de que foram feitos 268.108 exemplares, sendo que dados recentes publicados no site da FEBRASGO (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia) indicam que há no Brasil 22.815 médicos em atividade nessa área, desmente a explicação de que o material seria apenas para especialistas.
A tiragem supera 10 vezes o número de ginecologistas e obstetras atualmente trabalhando no Brasil. Porque a má-intenção do Governo em promover as escondidas o patrocínio de políticas de apologia à desvalorização da família? Fatores diversos se somam. Em primeiro lugar, há a questão que se poderia chamar ideológica, ainda que essa palavra precise ser rebaixada para se encaixar ao caso em espécie. Estivessem no comando da nação os “conservadores”, estes materiais não seriam patrocinados. Falácia! A nação é conservadora. Por isso Dilma teve de barrar o “kit gay” patrocinado pelo Ministério da Educação. Mesmo que as questões ideológicas da presidenta favorecessem a distribuição do material.
Mais uma vez conclamo aos defensores da família brasileira para nos posicionarmos contra estre projeto que, claramente, desvaloriza nossos ideias e promove a apologia a morte.
Por uma família estruturada e uma sociedade curada,
Deputado Federal, Pastor Marco Feliciano